Rita Rodrigues

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Empowering


Todas nós, ou pelo menos uma grande maioria, passa pela aquela fase que não gosta do que vê quando se olha ao espelho. Há aquelas em que a fase passa rapidamente e aquelas que levam a coisa ao extremo.

A fixação em tornarem-se perfeitas é de tal forma que perdem a noção do que estão a fazer a si próprias. Hoje em dia, considero-me uma rapariga bonita e inteligente. Não, não sou convencida, aprendi a gostar de mim e a valorizar-me. Aprendi que ninguém me pode inferiorizar, ninguém tem esse direito a menos que eu o permita. Acho que todas deviam pensar assim.

 

Quando era mais nova eu fui a típica rapariga que usava aparelho, óculos e tinha o cabelo super encaracolado e comprido - a verdadeira juba. Hoje em dia, um tipo de cabelo assim é considerado bonito e selvagem, enquanto que, naquela altura a história era bem diferente: usar óculos é considerado sensual; usar aparelho é banal.

 

Eu era alta e não tinha propriamente um corpo escultural. Apesar de sempre ter praticado desporto de competição, nunca senti que fosse o ideal de corpo bem definido. Ao longo desse tempo, ouvi algumas expressões proferidas por alguns energúmenos, nomeadamente: caminhos de ferro, sorriso metálico e caixa de óculos - admito que "caminhos de ferro" era aquela que me tirava do sério.

 

Não era a melhor coisa de se ouvir. Mas nada que não aguentasse. É que, enquanto a caixa de óculos ia de férias e tinha uma vida perfeitamente estável e feliz, os demais era perfeitos frustrados. Depois passei pela fase típica do “achar que estou gorda”. As dietas loucas. A procura na internet de coisas mirabolantes tais como: "Como emagrecer 5kg numa semana?"; "Perca peso sem sair de casa." e muitas mais. Certamente que sabem do que estou a falar. Sempre fui muito sensível no que diz respeito ao estômago e, mesmo sabendo disso arriscava um bocadinho até que ele decide pregar-me uma partida … internamento de quinze dias no Hospital São João. Garanto-vos que não foram as minhas férias de sonho. Até porque era pleno verão.

 

Com o passar do tempo, comecei a aperceber-me de algumas coisas que eram bem mais importantes do que a aparência. O facto de me estar a privar de algumas coisas simplesmente não fazia sentido. Com isto, não digo que agora não me preocupo, pois estaria a mentir, apenas adotei uma postura completamente diferente e mais racional. Aprendi que usar óculos é realmente sexy. Fica-me bem e eu gosto. Usar aparelho fez com que ficasse com os dentes certinhos e sem falhas. Os meus dentes são grandes e a minha cara estreita. Estou sempre a mostrar os dentes, literalmente. Consequentemente, sorrio com muita facilidade e tenho fotografias muito boas graças a isso. O meu cabelo é das melhores coisas que tenho. Comprido, encaracolado e posso esticá-lo e fazer dele o que bem me apetecer.

 

Aprendi que não posso serrar os ossos da anca. Tenho a anca larga e então? A Jeniffer Lopez e a Beyonce também têm e não é por isso que são menos bonitas. Bem pelo contrário! Tenho um pneu, impossível tirá-lo daqui. Alojou-se de uma tal forma que não o consigo expulsar do meu corpo. Tenho celulite, ao sentar-me é bastante visível, mas o meu namorado adora. As minhas sobrancelhas são completamente diferentes, então quando as arranjo é muito raro ficarem simétricas. Mas mais importante do que encontrar os meus defeitos é importante saber quais são as minhas qualidades. Os defeitos qualquer idiota consegue encontrá-los. Eu aprendi a viver com as coisas menos boas, ou melhor, que menos me agradam em mim e entre toda esta miscelânea de defeitos tenho qualidades ótimas. Que realmente adoro.

 

Joana Vieira

O Blog da Juca

www.oblogdajuca.com

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 Empowering

Todas nós em alguma altura da vida já nos achamos demasiado gordas ou demasiado magras.

A sociedade insiste em ditar padrões de beleza inalcançáveis. Em adolescente comecei a achar que tinha peso a mais, que tinha de ser mais magra. Fazia coisas muitos estúpidas, como não almoçar ou comer muito pouco. Tudo vale quando queremos perder peso.
 

Durante muitos anos, praticamente toda a minha adolescência e entrada na idade de jovem adulta, encontrei defeitos no meu corpo. Parecia que quanto mais peso perdia mais precisava de perder. Nunca estava satisfeita. Outro problema era não ser só o peso, sou acompanhada de uma condição relativamente comum, escoliose, um desvio na coluna, que faz com que nem tudo no meu corpo seja simétrico, nomeadamente a minha cintura, por apresentar uma curva mais acentuada de um dos lados. Para mim era aflitivo que as pessoas reparassem nisso na praia, ou quando uso roupa mais justa.

 
Não é nada por demais evidente, simplesmente uma das minhas curvas é um pouco mais acentuada, mas pensar que os outros iam reparar, causava um desconforto muito grande. Nunca publicava fotos em bikini em que estivesse de frente para ninguém poder reparar.
Mas chegamos a um ponto da nossa vida em que simplesmente percebemos que se nos aceitarmos a nós mesmas, tudo é mais fácil. Eu comecei a perceber que queria ser mais magra, porque outras pessoas achavam que eu devia ser. Percebi que as outras pessoas nem sequer reparavam na diferença da minha cintura. A forma como nos olhamos influencia em muito a forma como os outros nos olhos e as primeiras a gostar de nós devemos ser nós mesmas. Só depois de termos uma visão positivas de nós, podemos ter uma visão positiva dos outros e do mundo.

 
Ninguém é perfeito, todos temos assimetrias, imperfeições, coisas que mudávamos, mas são essas coisas, aliadas às outras todas, que fazem de nós aquilo que somos e resta-nos pegar nisso e fazer o melhor que podemos. Só assim nos conseguimos sentir realizadas e em paz connosco. Claro que não acordamos um dia e de repente somos confiantes e aceitamos o nosso corpo, é todo um processo e é um processo longo e lento e é preciso força de vontade.

 

É preciso querer aceitar o próprio corpo. Eu tive de perceber que se eu aceitasse a forma como sou ia ser mais feliz e, a partir desse dia tive de me esforçar para aceitar cada parte de mim que considero imperfeita. Uma de cada vez. Ainda hoje há coisas que aceito menos bem, algumas que não aceito.

 
Não considero que já tenha chegado ao ponto em que me aceito plenamente, mas sinto que estou a caminhar para lá. É necessário relembrar-me todos os dias de que quero muito aceitar-me. Há dias em que me sinto plena como sou, outros em que nem tanto, mas é preciso não desistir. 



 


 



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Episode

Olá a todos, o meu nome é Bárbara, tenho 22 anos e ainda tenho excesso de peso.

Digo "ainda tenho", porque estou numa batalha contra a perca de peso, que digo-vos já que não tem sido nada fácil, mas NÃO É IMPOSSÍVEL!!!!

Mas antes de vos dizer como, o que estou a fazer e porquê. vou abrir o meu coração convosco e falar um pouco da minha história.

Como disse acima ,tenho 22 anos e sempre me conheci gorda, sempre tive peso a mais que o normal para uma criança da minha idade. Até entrar naquela idade que dizemos “a idade do armário”, para mim ter peso a mais passava-me completamente ao lado e muita gente me dizia “Bárbara as gordinhas são mais simpáticas” e até aos meus 13/14 anos eu dizia isso e não me importava de ser gorda.

Mas nem tudo é um mar de rosas e assim que entrei na adolescência comecei a olhar para mim de outra forma, comecei a não gostar de mim, a não aceitar o facto de ser gorda. A minha mãe foi comigo a vários nutricionistas e nada resultava. No primeiro mês, emagrecia 5 a 6 kilos e depois nos restantes emagrecia apenas gramas. Como devem calcular, quando estamos em fase de perca de peso queremos perder tudo menos gramas! Claro que isso me desmotivava imenso e eu deixei de ir a nutricionistas.


Episode



É óbvio que sofria imenso com isso, para não falar que os rapazes não se interessavam por mim, porque eu era gorda e não queriam namorar com uma gorda. Durante a minha adolescência, só tive um namorado a sério e até esse gozou comigo, mas são águas passadas.

As idas falhadas a nutricionistas eram constantes e então comecei a olhar ao espelho e a tentar aceitar o meu corpo, comecei a tentar gostar de mim assim. Claro que não foi fácil, porque nunca consegui usar as roupas da moda, ou as que eu gostava porque me ficavam horrivelmente mal, mas mesmo assim eu dizia para mim mesma “Bárbara és gorda e sabes que não te ficam bem”

Antes a palavra “gorda” assustava-me e odiava que me chamassem assim, mas a verdade, e por muito que me custasse aceitar, eu era mesmo assim, como queria eu que as pessoas me chamassem magra?

Como disse acima, sofria imenso com o peso a mais e como devem imaginar a minha autoestima e confiança comigo mesma era muito pouca, até mesmo a forma como me relacionava com as pessoas. Sempre fui pessoa com imensa dificuldade em criar amizades e refugiava-me nos amigos de infância.

Mesmo começando a tentar aceitar-me como sou, em 2017 a minha vida mudou. Comecei a ser seguida por uma Endocrinologista, para quem não sabe é uma especialidade da medicina para a tiroide, e a Dra.Carolina disse-me que eu tenho uma síndrome de Pré-Diabetes e que eu iria começar a tomar um medicamento para antecipar a chegada dos Diabetes e que tinha que começar a fazer uma dieta. Acreditem que já não era por questão de estética, mas sim por questões de saúde e isso sim deu um clique gigante na minha cabeça e toda a gente sabe que o bem mais precioso que temos é a nossa saúde.


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Então comecei a fazer a dieta que a médica me mandou e a praticar desporto, atualmente o que faço é caminhada e termino com 5 minutos de corrida. Não vos vou dizer a minha dieta porque cada pessoa é uma pessoa e acho que vocês têm de procurar um profissional para vos recomendar a ideal para vocês. Comecei a dieta em setembro de 2017 e já emagreci 20kg.

Não tem sido nada fácil meus queridos acreditem, mas tal como comecei por dizer neste depoimento, não é impossível! Deus tem sido tão meu amigo nesta minha fase como em toda a minha vida e acreditem que é ele que me dá bastante força para continuar para a frente.

Hoje em dia, posso dizer-vos que sou uma pessoa mais segura de mim mesma, mais confiante, mais forte e acima de tudo gosto do que vejo e gosto de mim coisa que, até então era impossível.

Com isto quero dizer-vos que sim, sofri imenso com isto, foram anos e anos de sofrimento e de não-aceitação, mas tudo mudou, e se eu estou a mudar vocês também conseguem fazê-lo basta terem uma coisa: FORÇA DE VONTADE.

Acreditem ou não, sejam crentes ou não, mas Deus tem sempre os melhores presentes para nós e ele é amigo de quem é amigo dele, por isso digo que ele tem sido uma das minhas forças para esta grande caminhada e só vou parar quando chegar à meta pretendida.

Quero agradecer à Rita por esta oportunidade de falar aqui no blog dela, aproveito também para vos dizer que também sou blogger e vou deixar aqui todas as minhas redes sociais para que me possam seguir.


Episode


Um beijinho e um abraço apertadinho a quem estiver a passar pela mesma fase que eu e NUNCA, MAS NUNCA DESISTAM!! Nada é impossível…

Facebook: https://www.facebook.com/shimmerandbeautybybarbara/

Instagram: https://www.instagram.com/barbaramartins_makeup/

Blog: http://shimmerandbeautyy.blogspot.pt/

Contacto: barbaramartiinsmakeup@gmail.com

 

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Olá!

Eu sou a Carina do blog, Cantinho da Carina (https://cantinhoodaacarina.blogspot.pt/). E hoje vou contar-vos a minha história sobre a forma como vejo o meu corpo, e como me sinto em relação a ele.


Tal como já tinha escrito anteriormente no meu blogue, eu já fui operada 9 vezes.

Meses depois de nascer tive de ser operada ao tendão cervical direito o que me deixou sensibilizada do pescoço pois não o consigo virar totalmente. Alguns anos depois tive de fazer a minha segunda operação, desta vez à minha orelha esquerda visto que esta era maior que a direita. Isto fez com que tivesse de passar um mês com gesso à volta da cabeça durante o verão.

Mais tarde descobri que tinha escoliose múltipla, que é uma doença de coluna que deixou incapaz de pegar pesos, e de fazer esforços.   Em pequena, com 9 anos tive de ser urgentemente operada pois o meu caso já estava a agravar-se. No dia em que fui operada não sabia o que me poderia acontecer, estava muito nervosa, e após 8 horas de operação correu tudo bem, até à altura em que estava a sair do bloco operatório e tive uma paragem cardíaca e uma paragem respiratória onde descobriram que tinha uma doença no nariz. Tive portanto, de fazer mais uma operação, sendo esta ao nariz pois tinha dificuldades a respirar.

Passado algum tempo, e mais uma vez voltei ao hospital Pediátrico de Coimbra. Já era seguida lá, no otorrino  pois tenho uma doença de família nos ouvidos, fui operada umas 4 vezes e mais uma vez tive outra paragem respiratória durante uma dessas operações. E a ultima operação que estive de me submeter foi a um implante no ouvido ao qual abriram-me a orelha na parte de trás no que deu ao descobrimento que os meus tecidos do cérebro estavam todos enrolados e graças a uma equipa fabulosa, não me aconteceu nada e saí bem, estive em gesso (outra vez, raios).



Infelizmente o resultado da operação não foi como era de esperar o implante saiu de onde o tinham posto e ando a perder mais audição do que já tinha, não ouço muito bem.

Aos 9 anos, tive de fazer uma operação à coluna, tive de levar morfina durante 2 semanas e isso fez com que eu engordasse.
Quando como muito fico com uma barriga enorme, mas não é por isso que deixo de comer. Tenho muitas cicatrizes, e a que mais me marca é nas costas. Esta cicatriz vai desde o pescoço até à cintura. Antigamente, quando ia para a praia, tinha de levar uma t-shirt branca e não a podia tirar, pois a minha coluna não podia apanhar sol.
No início eu detestava o meu corpo, o meu peito pequeno, as muitas banhas (dado a ter engordado), as minhas estrias nas pernas... Olhava-me ao espelho e não conseguia gostar do que via, não conseguia gostar do meu corpo! Nem conseguia encará-lo!


Ao longo do tempo fui-me abaixo, por não ser fisicamente atraente e por não ter um corpo perfeito. Sofri de Bullying? Sim, sofri!
Foi assim que fiquei com a minha autoestima baixa porque as pessoas julgavam-me e humilhavam-me por ter o físico que tinha.


Ainda sou gozada por ser muito pequena, “A menina que tem 1,40m.Todas as pessoas são mais altas que ela”, já sofri muito com isso e, infelizmente, ainda sofro.
Entretanto conheci uma pessoa que me fez perceber que sou linda e especial tendo o corpo que tenho, tendo os meus defeitos e as minhas qualidades. Fez-me perceber que não é o físico, e as cicatrizes que me definem, mas sim a minha personalidade.


Mas, apesar de tudo fizeram-me assim e eu só tenho de agradecer à minha mãe e aos que me educaram (irmãos) por me fazerem ser a pessoa que sou hoje, e agradecer a deus por estar aqui viva e com este corpo.



 

 

 

  

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Olá maltinha! Hoje dou início a esta nova rubrica no blog “Empowering bodies”. Esta rubrica visa a partilha de histórias reais de pessoas que já tiveram bastantes dificuldades em aceitar os seus corpos como eles são e a darem-lhes o devido valor. Na sociedade em que nos encontramos, torna-se difícil amar o nosso corpo com todas as suas falhas e defeitos, pois aprendemos desde muito cedo que devemos ser super magrinhas, sem celulite e sem estrias, no caso das mulheres, e no caso dos homens, a serem musculados e a terem o tão famoso six pack bem definido. Mas hoje, bem como todos os meses a partir de agora, vamos desmistificar este estereótipo que a sociedade tenta incrementar no nosso cérebro como sendo o correto. Hoje vou dar-vos o meu testemunho, a minha luta com o meu corpo até chegar ao ponto em que o aceitei e o amei como devia. Desde já quero agradecer a todos os voluntários que vão e estão a participar nesta rubrica, e se também tu quiseres participar nesta rubrica, contacta-me via e-mail (anaritasr97@gmail.com).

O meu corpo. Durante grande parte da minha vida nós os dois não tivemos uma relação fácil. Eu não o amei ou valorizei como devia. Não tratei bem dele e apesar disso esperava sempre mais dele sem dar mais de mim. Lembro-me de há uns anos atrás olhar para o espelho e não perceber o porquê de me sentir tão mal: uma barriguinha que podia desaparecer, umas coxas que podiam ser mais magras, e até mesmo uns joelhos com um formato estranho que faziam questão de aparecer em todas as fotografias. Os dígitos que apareciam na balança lá de casa deixavam-me triste. No entanto, agora vejo que o problema não eras o meu corpo, mas sim os desvaneios da minha mente a pregarem-me partidas. Estava tão focada nos padrões físicos de beleza da internet e das revistas que me esqueci de cuidar do meu corpo como devia. Haviam dias em que mal comia e outros onde comia bastante mais do que devia. Os comentários que ouvia sobre o meu corpo ecoavam nos meus ouvidos “engordas-te?” ou “estás com um pneuzinho aí”. Graças a Deus, também tínhamos connosco pessoas que lutavam por nós, que nos queriam ver bem e fora desta guerra em que estávamos. Acabei por crescer com tudo isto. Desde os meus 17/18 anos que estou em paz com o meu corpo. Elogio-o, admiro-o, mas acima de tudo respeito-o e tudo isto porque comecei a cuidar mais de dele com algum exercício (mas não muito porque a minha preguiça sempre foi enorme!) e com uma alimentação mais saudável. Agora, sinto-me bonita e confiante. Sinto-me bem com o meu corpo e acima de tudo, comigo mesma! As marcas que vejo no meu corpo (aquele pedacinho de celulite ou as minhas riscas de tigresa, como gosto de lhes chamar) quando olho no espelho são as marcas desta guerra consegui vencer! O meu corpo ensinou-me uma grande lição: não são os números que nos definem, mas a nossa felicidade e o quão feliz somos.



Sinto que o meu peso já não me define bem como aquele pedaço de gordura nas minhas coxas. Sinto que posso sair à rua sem ter vergonha do meu corpo ou medo por causa dos comentários que vou receber. A única coisa que posso neste momento fazer, após esta grande luta, é pedir desculpa ao meu corpo. Pedir desculpa por o ter magoado tanto e ter ligado ao que os outros me diziam. Pedir desculpa por não me ter amado primeiro. Mas, de hoje em diante, a história não se vai repetir. Aliás há 2/3 anos que a história não se repete e que me sinto bem comigo mesma. É claro que por vezes como mais e ganho uns quilinhos a mais, mas hoje isso já não me faz diferença. Eu sei que sou feliz assim, e acima de tudo saudável. Não faço exercício todos os dias, mas também não ando a comer comida de plástico 24/7. E o mais importante nisto tudo é sermos saudáveis e felizes, amando sempre o nosso corpo. Espero que tenham gostado deste meu desabafo e que mais de vocês abracem este “movimento”. Comentem abaixo as vossas opiniões e o que acham desta nova rubrica. 

XOXO, 
RR

Hi guys! Today I start this new entry in the blog "Empowering bodies". This series aims to share the real stories of people who have had enough difficulty accepting their bodies as they are and giving them their due value. In the society in which we find ourselves, it is difficult to love our body with all its flaws and defects, for we have learned from an early age that we should be super thin, without cellulite and without stretch marks, in the case of women, and in the case of men, to be muscled and to have the famous six pack well defined. But today, as well as every month from now on, we will demystify this stereotype that society tries to increase in our brain as being the correct one. Today I am going to give you my testimony, my struggle with my body until I have reached the point where I accepted and loved it as I should. From now on I want to thank all the volunteers that go and are participating in this series, and if you also want to participate, contact me through my e-mail (anaritasr97@gmail.com).
My body. For the most of my life we both did not have an easy relationship. I did not love him or cherish him as I should. I didn’t treat him well and in spite of that I always expected him to give me more, without giving him more of me. I remember a few years ago looking at the mirror and not realizing why I felt so bad: a belly that could disappear, thighs that could be thinner, and even knees with a strange shape that made a point of appear in all pictures. The digits that appeared on the scale left me sad. However, now I see that the problem was not my body, but the bursts of my mind to preach me departures. I was so focused on the physical patterns of beauty of the internet and magazines that I forgot to take care of my body as it should. There were days when he barely ate and others where he ate more than he should. The comments I heard about my body echoed in my ears, "do you get fat?" Or "You have a little tire there." Thank God, we also had people who fought for us, who wanted to see us well and out of this war we were in. I ended up growing up with all of this. Since my 17/18 years I am at peace with my body. I praise him, I admire him, but above all I respect him and all this because I started to take care of him more with some exercise (but not much because my laziness has always been huge!) And with a healthier diet. Now I feel pretty and confident. I feel good about my body and, above all, myself! The marks that I see on my body (that bit of cellulite or my tiger stripes, as I like to call them) when I look in the mirror are the marks of this war I have won! My body taught me a great lesson: it is not the numbers that define us, but our happiness and how happy we are.
I feel that my weight no longer defines me well as that piece of fat on my thighs. I feel that I can go out without being ashamed of my body or afraid because of the comments I will receive. The only thing I can do right now, after this great fight, is to apologize to my body. To apologize for having hurt him so much and to have connected with what the others told me. To apologize for not having loved me first. But from now on the history will not be repeated. In fact, for two or three years, history has not repeated itself and I feel good about myself. Of course sometimes I eat more and I get a few extra pounds, but today it does not make a difference. I know I'm happy like that, and above all healthy. I do not exercise every day, but I also do not eat plastic food 24/7. And the most important thing in all this is to be healthy and happy, always loving our body. I hope you have enjoyed this outburst and that more of you embrace this "movement". Comment down below your opinions and what you think of this new heading. Xoxo, RR
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Criei este blog porque não me conseguia descrever em poucas palavras. Escrevo sobre coisas aleatórias de vida com alguma frequência. Para questões, sugestões ou quaisquer dúvidas existenciais, anaritasr97@gmail.com

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